Consoante a situação financeira, pensa-se ou não no consumo do iate de luxo. Nos barcos maiores é menos frequente, porque, na maioria dos casos, as pessoas são abastadas e o dinheiro do combustível preocupa-as pouco. Ainda assim, é certamente interessante saber qual é, afinal, o consumo e como pode ser reduzido.

É este o verdadeiro consumo de um iate de luxo

O consumo de combustível depende inteiramente do tipo de iate. Num iate normal, deve contar-se com uma autonomia de 500 a 1.500 litros. Nos veleiros ou nos barcos de luxo realmente grandes, a situação pode ser diferente. Pode consumir-se cerca de 100 litros por hora, o que deve usar como uma espécie de valor de referência. Num veleiro, porém, a autonomia não é determinada pelo combustível, mas a velocidade máxima baseia-se na velocidade de casco. O melhor é, por isso, informar-se atempadamente.

Consumo de um iate de luxo

Dicas para reduzir o consumo de um iate de luxo

Se conseguir seguir os pontos seguintes, certamente poupará bastante:

  • comprar um iate mais pequeno (consome menos por ter menos peso)
  • montar motores fora de borda (consomem menos combustível)
  • navegar com bom tempo (sem travagens desnecessárias como com tempestade)
  • poupar peso e deitar fora o lastro desnecessário
  • na compra, prestar atenção à aerodinâmica ( o vento pode travar muito)
  • evitar a sobremotorização
  • maiores quantidades de combustível = possível desconto por quantidade

Tudo isto são pontos que pode levar a peito para conseguir financiar o iate, sobretudo como assalariado comum. A compra é uma coisa e o financiamento posterior de tudo o que é usado é outra. Descobrir o consumo do iate de luxo por um lado e reduzi-lo por outro são aqui os pontos fulcrais.

Consumo de um iate de luxo

Reduzir os custos de combustível - assim ajuda ao mesmo tempo o ambiente

No consumo de um iate de luxo pensa-se, na maioria das vezes, apenas nos custos da gasolina ou do gasóleo. Mesmo que possa dar-se a esse luxo menos, um consumo elevado não é de forma alguma favorável ao ambiente. Os gases com efeito de estufa, as emissões de CO2 e as partículas finas do gasóleo são apenas alguns exemplos. Há muito mais que realmente deveria ser tido em conta. Além disso, é aconselhável nunca deixar o depósito verter nem despejá-lo simplesmente no mar, porque isso destrói todo o mundo subaquático. Também não faz bem aos peixes e a outros habitantes marinhos. A conclusão é que todos, seja qual for o rendimento, podem poupar combustível. Podem poupar-se custos já na escolha do porto de amarração, pelo que não se deve escolher sempre o mais barato, precisamente no combustível. Em Porto Montenegro, por exemplo, é possível até abastecer sem impostos. São precisamente os impostos que tornam o combustível tão caro.